sábado, 9 de setembro de 2017

II Simpósio: Arquivos & Educação



Em 19 de outubro de 2016, foi realizado o I Simpósio Temático Arquivos & Educação, dentro das atividades do VII Congresso Nacional de Arquivologia (CNA), em Fortaleza, Ceará. Após o evento, publicamos um e-book com os 10 (dez) trabalhos apresentados [clique aqui!].
Realizaremos o II Simpósio em Belo Horizonte – Minas Gerais, no dia 06  de novembro de 2017, na ECI/UFMG, como um evento prévio da V Reunião de Ensino e Pesquisa em Arquivologia (REPARQ). Com tal iniciativa, buscamos fortalecer esse evento como uma atividade que promova o encontro de estudantes, professores e técnicos universitários com profissionais que atuam no país e no exterior, na pesquisa e nas práticas que envolvem a educação e os arquivos.

Tema: 
Arquivo, Arte e Educação
Local: 
 Universidade Federal de Minas Gerais
Auditório Azul da Escola de Ciência da Informação – ECI / UFMG

               Av. Presidente Antonio Carlos, 6627
               Pampulha, Belo Horizonte / MG
Vagas: 100
Carga horária
: 8 horas
Data: 6 de novembro de 2017 

Horário: das 9 às 18 horas
Inscrições para participantes: em breve!

SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Gostaríamos de contar com sua participação, apresentando um trabalho em nosso evento. As apresentações serão agrupadas em três eixos, a partir dos olhares de arquivistas, educadores e usuários de arquivos. Serão publicados ANAIS com os trabalhos apresentados no evento. Cada convidado terá 20 minutos para sua apresentação.
Infelizmente, não poderemos oferecer ajuda para a sua participação, mas, caso você aceite, enviaremos uma carta-convite para auxiliar na captação de recursos juntos à sua instituição e/ou órgãos de fomento com a maior urgência possível. Agradecemos sua atenção e aguardamos o a sua resposta confirmando o interesse, observando o cronograma abaixo:
22/09/2017 – Data Limite para entrega do resumo de 250 (duzentos e cinquenta) a 300 (trezentas) palavras. (Ver Modelo / Template) . Enviar pelo Formulário próprio.
30/09/2017 – Data Limite para entrega da Carta de Aceite. Enviar pelo email:arquivoeeducacao@gmail.com
06/11/2017 – Entrega do Artigo na data de apresentação (Ver Modelo / Template)

Atenciosamente,

Ivana Denise Parrela
Professora do Curso de Arquivologia
Escola de Ciência da Informação – Universidade Federal de Minas Gerais

Adriana Carvalho Koyama

GEPEC – Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada
Faculdade de Educação – Unicamp

Confirmada Audiência Pública na Comissão de Cultura em 13/09

Foi aprovado requerimento do Deputado Thiago Peixoto (PSD/GO) na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados.
Confirmada Audiência Pública para debater a importância das Instituições Arquivísticas na preservação e difusão de registros históricos e culturais da sociedade Brasileira, bem como debater políticas de incentivos e captação de recursos para a preservação do patrimônio de memória nacional. 
O Requerimento 108/2017 foi apresentado na Comissão de Cultura (CCult) pelo Deputado Federal Thiago Peixoto (PSD/GO).
Data: 13 de setembro de 2017 (quarta-feira)
Horário: 13h30
Local: Câmara dos Deputados, Anexo II, Plenário 10, Brasília-DF

PALESTRA PRESENCIAL GRATUITA: PRAZO DE GUARDA DE DOCUMENTOS: O QUE GUARDAR? O QUE ELIMINAR?

 
🌆Guarulhos - Guarulhos, SP
26 de setembro de 2017, 19h-22h


Objetivos

Esclarecer aos participantes a importância da guarda dos documentos das áreas Fiscal, Contábil, Recursos Humanos, Administrativa e Técnica, e, orientar quanto a eliminação dos mesmos com segurança, para aqueles que a legislação permite, garantindo tranqüilidade a empresa, evitando prejuízos desnecessários, diminuindo o volume de documentos e aumentando o espaço, implantando a Gestão de Documentos com Qualidade.


Facilitador

Juan Cacio Peixoto

Bibliotecário pela Universidade Federal do Espírito Santo | UFES.

Especialização em Organização de Arquivos | USP.

Cursando Mestrado em Estudos do Patrimônio | UAB

Consultor da Acervo Organização e Guarda de Documentos, em projetos de Gestão de Documentos e Arquivos

Tem desenvolvido diversos projetos em Gestão de Documentos e Arquivos, facilitando a rotina de trabalho das empresas, aumentando a lucratividade e produtividade com documentos organizados.

  

Programa


1- Papéis... papéis e .... mais papéis!

>  Quem guarda tudo não acha NADA.

>  Por que guardamos o que não utilizamos?

>  Faltou espaço? Comprar mais armários é a solução?



2- O Arquivo Pessoal e o Empresarial

>  Defina as fases de cada Arquivo.

>  Leia o que está sendo arquivado

>  Analise cada documento, antes de Arquivar.



 3- Quanto tempo guardar o documento?

>  Finalidade de cada documento

>  Qual o tempo de guarda definido pela legislação?

>  Jogue fora o desnecessário.



4- Quem guarda com critério, encontra o que precisa!

>  Faça você mesmo! Organize o Arquivo.

>  Elaboração da Tabela de Temporalidade Documental

>  Regras, Resoluções, Portarias, Leis, Decretos etc.

  

5- Implicações legais

>  Obrigação de guarda e prazo de prescrição

>  Auto de Infração e multas

>  Prazo de apresentação de documentos

>  Precaução, Prescrição e Caducidade

>  Regulamento do ICMS, IPI, ISS, NR, FGTS, Ministério do Trabalho, Previdência Social, SUSEP, CFM e Constituição Federal



6- Arquivos Eletrônicos

Vídeo: Burocracia
Obrigatoriedade da guarda do Arquivo Eletrônico
Temporalidade Documental para documento eletrônico


7- Lei da Digitalização

A Lei 12.682 e a digitalização de documentos
Pode ou não eliminar os documentos após digitalizados?
A Lei 12.682 e o Código Civil

Fonte: https://www.sympla.com.br/palestra-presencial-gratuita-prazo-de-guarda-de-documentos-o-que-guardar-o-que-eliminar__185461

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

8º Seminário de Saberes Arquivísticos traz à Paraíba pesquisadores do Brasil e Portugal para debater a Arquivologia

De 14 a 18 de agosto de 2017, a cidade de João Pessoa se tornará a capital de estudos da Arquivologia do Nordeste. Nesse período, será realizado o 8º Seminário de Saberes Arquivísticos (SESA), que reunirá pesquisadores e profissionais do Brasil e de Portugal em torno do tema “Arquivologia: convergências e perspectivas”. Esse evento surgiu a partir de uma atividade curricular no Curso de Arquivologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), tornou-se um projeto de extensão e pesquisa e, nesta edição, é realizado em parceria com a Universidade Federal da Paraíba, que sediará as atividades.
Ao completar uma década de atividades, o SESA traz em sua programação quase 20 palestrantes da Paraíba, Rio de Janeiro, Brasília, Pará, Lisboa, Porto, Aveiro e Coimbra. Além disso, cinco livros inéditos serão apresentados aos participantes do evento – todos frutos da produção acadêmica do SESA.
“João Pessoa é a única cidade do Brasil que conta com dois cursos de Arquivologia e graças à parceria com a Universidade Federal da Paraíba, o VIII SESA passa a integrar o calendário de grandes eventos da área, no País. Durante cinco dias vamos discutir sobre dois eixos temáticos: ‘Arquivo, linguagem e memória’ e ‘Saberes e fazeres do arquivístico’. Este é um evento aberto a estudantes, pesquisadores e profissionais que se dedicam à gestão documental, ao acesso à informação, à preservação da memória como patrimônio e à identidade de seu povo, entre outros aspectos”, enfatiza a professora Eliete Correia dos Santos, coordenadora geral do evento.
Programação e premiação
Oficialmente, o 8º SESA terá início na noite da quarta-feira, 16 de agosto, quando será apresentada a conferência de abertura “A arte dos arquivos e o arquivo dos artistas”, por Maurício Lissovsky, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador de Comunicação e Informação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Antes mesmo da abertura oficial, porém, 12 minicursos serão oferecidos aos participantes, nos dias 14 e 15 de agosto, com os temas: “Combate à corrupção e o papel do profissional de arquivologia”, “Conservação preventiva de documentos”, “Marketing 3.0” e “Análise dialógica do discurso”.
Além de palestras e mesas-redondas, o 8º SESA abrirá espaço para apresentação de trabalhos científicos de estudantes e pesquisadores de várias partes do país, tornando-se um local propício à troca de conhecimentos acadêmicos. Todos os trabalhos integrarão os anais do SESA e os melhores artigos serão premiados pela Comissão Científica – um incentivo à excelência da produção científica.
A partir desta edição comemorativa de dez anos do SESA, a premiação receberá o nome “Prêmio José Maria Jardim”, em homenagem a um dos pesquisadores mais importantes da Arquivologia, no Brasil. Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor de vários livros e artigos sobre informação e Arquivologia, José Maria Jardim tem contribuído para a consolidação da Arquivologia no País. Os contemplados com o “Prêmio José Maria Jardim” receberão kits de livros e o primeiro lugar levará, ainda, a gratuidade da inscrição para o Congresso Nacional de Arquivologia (CNA), que será realizado em 2018, também em João Pessoa.
A programação completa do VIII SESA, além de instruções para inscrição no evento, pode ser conferida em http://www.ufpb.br/evento/lti/ocs/index.php/viii/sesa e na página 8º Seminário de Saberes Arquivísticos, no Facebook ou no Instagram.

sábado, 29 de julho de 2017

1º SIMPÓSIO SOBRE DOCUMENTOS DIGITAIS DA UFPB - 03 e 04 de agosto de 2017

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
Dia 03/08 (Quinta-feira) - Auditório da Reitoria
8h00 – Abertura e inscrições
9h00 – Palestra "Segurança da Informação" – Palestrante: Prof. Dr. Wagner Junqueira de Araújo
10h30 – Palestra "A validade jurídica dos documentos digitais." - Palestrante: Isaac Ramon Ferreira Gomes
14h – Palestra “Sistemas Integrados de Gestão (SIGAA, SIPAC, SIGRH)” e “Repositórios Digitais Confiáveis (AtoM e Archivematica)” – Palestrantes: Claucia Vitalis e Marcos Lucca (AVMB)
15h30 – Palestra “Gestão arquivística dos processos eletrônicos” – Palestrante: Cláudia Lacombe (Arquivo Nacional - RJ)
Dia 04/08 (Sexta-feira)
8h às 12h – Reuniões Técnicas STI e Reitoria
14h – Oficina “Repositórios Digitais Confiáveis (AtoM e Archivematica)” – Claucia Vitalis e Marcos Lucca (AVMB) (VAGAS ENCERRADAS)
17 h – Reunião Técnica DCI – Com Cláudia Lacombe

VIII SEMINÁRIO DE SABERES ARQUIVISTICOS - 16 a 18 de Agosto de 2017

O diálogo da Arquivologia com outros campos de conhecimento, em uma postura interdisciplinar, favorece o desenvolvimento científico e inovador da teoria e da prática arquivística mediante estudos do saber e fazer arquivístico.
Tendo o diálogo como requisito inerente em nossa prática universitária, há dez anos, desenvolvemos um projeto de cooperação acadêmica com várias universidades do Brasil e de Portugal. Entre diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão do Projeto SESA, os Seminários sempre aconteciam de maneira regional.
A edição deste ano é uma realização da UEPB conjuntamente com a UFPB e conta com várias instituições parceiras do projeto SESA, em  especial,  as instituições portuguesas que mantêm cooperação acadêmica desde a fundação do projeto e desenvolvem estudos relacionados às áreas temáticas do evento.
Nesta edição, com o objetivo de aguçar o debate de questões inerentes à área no cenário atual e vislumbrar a inovação científica a partir de demandas e entornos sociais, optou-se pela temática central ARQUIVOLOGIA: CONVERGÊNCIAS E PERSPECTIVAS.
Sejam bem-vindos!
Profª Drª Eliete Correia dos Santos
Coordenadora Geral do Evento

REALIZAÇÃO: UEPB & UFPB

Datas Importantes
  • Submissão de trabalho: 27 de março a 30 de junho de 2017
  • Envio de aceite dos trabalhos – 5 de julho de 2017
  • Envio do trabalho final caso exista solicitação de correção – 15 de junho de 2017
  • Período de inscrição no evento – 18 de março a  30 de junho de 2017 para quem vai apresentar trabalho
  • Período de inscrição para ouvintes: 18 de março a 5 de agosto de 2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Estudo mostra que estados e municípios deixam a desejar no acesso à informação

No último ano, só 14 estados e nove capitais estaduais apresentaram estatísticas sobre solicitações. Entre as filiais estaduais do Ministério Público e os Tribunais de Justiça dos estados, apenas sete e uma, respectivamente, disponibilizaram estatísticas de pedidos. Segundo Gregory Michener (coordenador do PTP-FGV), estes dados são um importante indicador da implementação da lei.

Ao completar cinco anos de aplicação no país, a Lei de Acesso à Informação trouxe muitos avanços no que diz respeito à transparência pública, mas ainda deixa muito a desejar, especialmente quando os dados em questão dizem respeito a organismos das esferas municipal e estadual. Esta foi uma das conclusões apresentadas pelo professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da FGV (EBAPE) e coordenador do Programa de Transparência Pública da FGV, Gregory Michener, no evento “Os cinco anos de vigência da Lei de Acesso à Informação (LAI) – Avanços e Desafios”.
Realizado no dia 16 de maio, na sede da Fundação Getulio Vargas, o encontro foi aberto pelo vice-diretor da EBAPE, professor Álvaro Cyrino, que celebrou os cinco anos da legislação que deu vigor à transparência pública no Brasil. O debate contou com a presença do ouvidor-geral da União, Gilberto Waller Júnior, que destacou a importância da participação social no acesso à informação e a importância da transparência dos dados para aplicação da democracia.
Já o superintendente da CGU-Regional/RJ, Fabio Valgas, apresentou um balanço sobre os cinco anos da LAI. Segundo o especialista, na esfera federal já foram atendidos aproximadamente 500 mil pedidos de acesso à informação, e o tempo médio de espera pelas respostas é de 14 dias — menor do que o prazo mínimo de 20 dias definido pela Lei.
Contudo, quando se trata de informações oficiais referentes às esferas estadual e municipal, poucos dados estão disponíveis. No último ano, só 14 estados e nove capitais estaduais apresentaram estatísticas sobre solicitações. Entre as filiais estaduais do Ministério Público e os Tribunais de Justiça dos estados, apenas sete e uma, respectivamente, disponibilizaram estatísticas de pedidos. Segundo Gregory Michener (coordenador do PTP-FGV), estes dados são um importante indicador da implementação da lei.
Dados sobre o perfil do solicitante são ainda mais raros. Apenas oito estados, três capitais e três Ministérios Públicos estaduais tornaram pública essa informação. Michener assinala, ainda, a importância da criação e atuação de um órgão nos estados e municípios responsável por fiscalizar a implementação da lei, bem como da oferta de uma plataforma específica para fazer pedidos a todas as esferas e poderes.
O outro componente são as respostas dos órgãos públicos às solicitações e a qualidade destas respostas. Dentre as capitais, foi identificado que só um em cada dois pedidos feitos foi respondido de maneira minimamente precisa. O número sobe para um em cada seis a nível estadual. No caso do judiciário e Ministério Público, um em cada três pedidos.
Ao final do debate, moderado pelo professor da EBAPE, Fernando Guilherme Tenório, foi lançado o estudo “Da Opacidade à Transparência? Avaliando os 5 anos da Lei de Acesso à Informação Brasileira”. A íntegra desse estudo está disponível no site.

sábado, 29 de abril de 2017

ARQUIVOLOGIA: domínios disciplinares e interdisciplinares

Prezados,
A Coordenação do Curso de Arquivologia UFPB, promoverá no dia 09/05/17, mais uma excelente Palestra, intitulada: ARQUIVOLOGIA: domínios disciplinares e interdisciplinares, que será ministrada pelo Prof. Welder Antônio Silva/UFMG, no Auditório 211, às 19:00.


Ferramentas de gestão de pesquisa disponíveis para os pesquisadores

Atualmente, muitas ferramentas da web estão disponíveis aos autores, pesquisadores e estudantes. Em um contexto de pesquisa, tais ferramentas podem ser utilizadas para buscar informação, comunicar, colaborar, organizar, divulgar e mensurar a produção de pesquisa de forma eficaz.

A imagem acima refere-se a uma iniciativa denominada “Inovações em Comunicação Científica” mantida pela Universidade de Utrecht (NE), com o objetivo de apresentar inovações em comunicação científica e explicitar como essas inovações estão mudando os fluxos de trabalho de pesquisa.
Descoberta, análise, escrita, publicação, divulgação e avaliação são elementos do fluxo de atividades do pesquisador/autor e há várias ferramentas gratuitas (ou não) ligadas à gestão das atividades de pesquisa. Exemplos típicos de fluxo de trabalho de pesquisa vão do tradicional, moderno, inovador ao experimental, dependendo do perfil do pesquisador. A seguir, algumas dessas ferramentas são apresentadas.


FERRAMENTAS TRADICIONAIS: 
Workflows - Traditional

Web of Science – Base de dados multidisciplinar mantida pela Thomson Reuters que apresenta artigos científicos e de revisão, trabalhos de eventos e patentes selecionados, permitindo a pesquisa por documentos e citações, fornecendo métricas para comparar citações de artigos, autores e revistas tais como fator de impacto, índice h, índice de imediaticidade, meia vida, etc. Disponível à comunidade USP. http://apps.webofknowledge.com/ 
Scopus – Base de dados multidisciplinar mantida pela Elsevier com características semelhantes à Web of Science, que apresenta artigos científicos e de revisão, trabalhos de eventos, patentes e websites selecionados, permitindo pesquisar documentos e citações, e oferecendo métricas como o SJR (SCImago Journal Rank), IPP (Impact per Publication), SNIP (Source Normalized Impact per Paper), índices que permitem comparar artigos, revistas e autores. Está disponível à comunidade USP. http://www.scopus.com/
SPSS – Software proprietário utilizado para análise estatística que atualmente inclui mineração de dados. http://www-01.ibm.com/software/analytics/spss/
EndNote Web – Ferramenta de organização de referências e citações, disponível à comunidade USP por meio da Web of Science http://ip-science.thomsonreuters.com/m/pdfs/mgr/portugueseenw.pdf
Nature – Grupo editorial internacional dedicado à publicação de artigos científicos que revelam tendências e novidades científicas. http://www.nature.com/
ResearcherID – Identificador único e persistente para pesquisadores mantido pela Thomson Reuters que distingue um pesquisador de outro e permite agregar suas publicações mediante cadastro prévio. http://www.researcherid.com/
Scopus Author ID – Identificador único e persistente para pesquisadores mantido pela Elsevier que distingue um pesquisador de outro e permite agregar suas publicações a partir do momento em que um documentos é cadastrado na Base Scopus. Não é necessário registro prévio.
Journal Impact Factor – JCR – Ferramenta analítica mantida pela Thomson Reuters que permite analisar e ranquear as revistas científicas de acordo com índice de citações, fator de impacto, imediaticidade, meia vida, entre outras métricas analíticas, com base em dados da Web of Science. Atualmente apresenta seus resultados por meio do InCites. Disponível à comunidade USP. https://jcr.incites.thomsonreuters.com/

FERRAMENTAS MODERNAS:
Workflows - Modern (1)

Google Scholar – Sistema de descoberta de artigos e trabalhos científicos gratuito mantido pelo Google, que também fornece métricas de citação. https://scholar.google.com.br/
rOpen Sci – Fornece acesso a dados científicos, de texto completo de artigos de revistas a repositórios de dados, incluindo métricas de impacto em tempo real. https://ropensci.org/
GoogleDocs – Pacote de aplicativos do Google que funciona totalmente online diretamente no browser.
RefWorks –  Ferramenta de gestão de referências e citações mantida pela Proquest por meio da interface Flow. Disponível a toda a comunidade da USP. flow.proquest.com
ArXiv – Repositório de documentos científicos em acesso aberto criado em 1991. Permite depósito de artigos e trabalhos que ficam disponíveis em texto completo. http://arxiv.org/
CiteUlike – Serviço gratuito de gestão e descoberta de referências. http://www.citeulike.org/
PLOS – Editora internacional sem fins lucrativos que publica revistas em acesso aberto. https://www.plos.org/
IR –  Institutional Repository – Biblioteca digital de uma universidade, instituto ou centro de pesquisa que reúne sua produção intelectual (científica, acadêmica, artística e técnica) em acesso aberto. Lista de repositórios de acesso aberto: http://repositories.webometrics.info/ A UFRGS possui o Repositório Digital LUME http://www.lume.ufrgs.br/
Eigenfactor – Provê uma interface de análise de métricas de publicação científica. http://www.eigenfactor.org/
ALM – Article-Level Metrics –  Altmetrics – Refere-se ao conjunto de métricas em nível do artigo científico com foco no acompanhamento de citações por meio do rastreio de um conjunto de fontes tais como HTML, XML, e PDF downloads, uso da PubMed Central, citações no Scopus, Web of Science e CrossRef, serviços de gestão de referências CituULike e Mendeley, Researchblogging.org e Nature Blogs, além das plataformas de mídias sociais Twitter e Facebook.
SNIP – Source Normalized Impact per Paper – Mensura impacto contextualizado de citação com base no número total de citações em um campo de estudos, permitindo ao pesquisador selecionar periódicos de diferentes áreas temáticas com base em fator de impacto normalizado. http://www.journalmetrics.com/

FERRAMENTAS INOVADORAS:  

Mendeley – Ferramenta gratuita de gestão de referências e citações que também funciona como rede de conhecimento e permite armazenar e compartilhar documentos. https://www.mendeley.com/
Zooniverse – Plataforma colaborativa de pesquisa baseada no esforço voluntário. https://www.zooniverse.org/
Hivebench – Permite planejar, publicar, rastrear, organiza e encontrar pesquisas a partir de uma única plataforma.  https://www.hivebench.com/
Authorea – Editor colaborativo gratuito de pesquisas. Permite gerir, compartilhar e revisar documentos. https://www.authorea.com/
Colwiz – Ferramenta de gestão de referências gratuita – https://www.colwiz.com/
FigShare – Repositório online que permite armazenar, compartilhar, buscar e gerenciar sua pesquisa na nuvem, controlando seu compartilhamento e disponibilidade de dados ao público – http://figshare.com/
PeerJ – Editor internacional de acesso aberto. https://peerj.com/
ResearchGate –  Rede de pesquisa gratuita que permite criar perfil do pesquisador adicionando suas publicações.  https://www.researchgate.net/home
ORCID – Identificador digital gratuito persistente e único de pesquisador, que permite desambiguar autoria e fornece maior visibilidade à produção científica, sendo interoperável com outros identificadores como o ResearcherID e Scopus Author ID. http://orcid.org/
Peerage of Science – Serviço gratuito de revisão por pares e publicação. https://www.peerageofscience.org/
Altmetrics – Ferramenta de métrica de impacto baseada em citações de artigos e documentos científicos em redes e mídias sociais. Permite acompanhar o impacto externo à academia de influência do trabalho em fontes não científicas como Twitter, Facebook e Blogs. http://altmetrics.org/

FERRAMENTAS EXPERIMENTAIS:

Workflows - Experimental
Sparrho – Canal de novidades de pesquisa para manter-se atualizado e descobrir recomendações. https://www.sparrho.com/
Uthopia Docs – Ferramenta que permite explorar e conectar o conteúdo estático de artigos científicos (PDF) com o mundo dinâmico de conteúdos online. Trabalhando em estreita colaboração com editoras como a Springer, revistas de acesso aberto como eLife e repositórios como PMC, a ferramenta permite que os leitores acessem diretamente os artigos citados (quando disponíveis) – http://utopiadocs.com/
rOpen Sci – Fornece acesso a dados científicos, de texto completo de artigos de revistas a repositórios de dados, incluindo métricas de impacto em tempo real. https://ropensci.org/
IPyton – Ambiente computacional interativo que combina a execução de códigos, rich text, matemática, gráficos e mídias – http://ipython.org/notebook.html
Overleaf – Ferramenta que permite escrever e publicar de modo compartilhado: criar, editar e publicar sua pesquisa, compondo com o WriteLateX, um serviço gratuito para criar, editar e compartilhar idéias científicas – https://www.overleaf.com/
Winnower – – Plataforma de publicação científica em acesso aberto que permite submissão de artigos, revisão por pares, alterações, arquivamento e análise por meio de métricas. https://thewinnower.com/
Kudos – Serviço gratuito que auxilia na visibilidade das pesquisas, permitindo que o trabalho seja encontrado, lido e citado. https://www.growkudos.com/
Publons – Site e serviço gratuito para pesquisadores lançado em 2012 que tem como objetivo registrar, compartilhar, discutir e receber crédito por revisão por pares de publicações acadêmicas. https://publons.com/
Pubpeer – Comunidade online para discussão aberta de resultados de pesquisa que visa melhorar a qualidade da pesquisa – https://pubpeer.com/